06/12/05

Algumas verdades...


Ora em todo o tempo. Caso necessário utiliza as palavras.
Sacrilégio é sentires-te culpado por pecados perdoados.
Deus esquece o que se passou. Imita-o.
Arrependo-me sempre das ofensas, porém, nunca da generosidade.
Nunca percas a chance de ler uma história para uma criança.
Persegue o perdão, não a inocência.
Não peças a Deus que faça as tuas vontades. Pede-Lhe para fazer o que é certo.
Não foram os pregos que detiveram Jesus nas cruz, e sim o amor.
Negue-se a si mesmo diante da vontade de Deus.
Reconhece quando uma oração fôr respondida, porém não desistas se acontecer o contrário.
O coração correcto com a fé errada é melhor que a fé correcta no coração errado.
Tratamos as pessoas como achamos que Deus nos trata.
Às vezes, a melhor coisa a fazer é tirar o dia de folga.
A fé no futuro gera poder no presente.
Ninguém é inútil para Deus. Ninguém.
Se o conflito fôr inevitável, o combate será opcional.
Tu nunca poderás perdoar alguém mais do que Jesus já perdoou.
Podes-te arrepender caso abras a boca. Porém, raramente isto acontecerá se a mantiveres fechada.
Ver o pecado sem a graça é desesperador. Ver a graça sem pecado é arrogância. Vê-los em série é conversão.
A fé e a coragem da alma colocam os desafios dentro dos sonhos.
Deus não segue o relógio.
Nunca substimes um gesto de afeição.

In: "Quando Deus sussura o seu nome" de Max Lucado - pag.40

4 comentários:

Paula disse...

Gosto muito desse autor. Já tenho lido vários livros dele.
Beijinhos.

Mulher disse...

Tó Carlos!
Espero que venhas a ser um Padre Inquieto a sério, não a fazer de conta.

Catarina disse...

Oi Tó Carlos!
Já leste "Vorazmente Teu", de C. Lewis (o autor cristão das "Crónicas de Nárnia", que estão agora no cinema)? É muito bom.
Que eu saiba, só vendem na livraria CEBAPES, em Lisboa, mas na Amazon facilmente consegues em inglês ("The Screwtape Letters").

Vítor Mácula disse...

Caro Tó Carlos.

Mágnificas banalidades de base! Que tantas vezes, se não esquecemos, pelo menos delas nos distraímos - por serem tão fundamentais, como o ar que se respira e não se vê.
E que definição tão certeira de conversão!

Enfim, mais um autor a ler, que também de leituras se alimenta a (minha) conversão.

Um abraço.