21/09/06

Pensar alto faz bem!

“- Senhor padre eu nunca vi o seu colega em oração pessoal frente ao Santíssimo não me admira!”
Disse-me alguém, um destes dias, a respeito de um sacerdote que abandonou o ministério.
Assustou-me esta constatação. Eu que sou “um apressadinho…stressadinho” se calhar também paro poucas vezes em frente ao Santíssimo… Se calhar também entro demasiadas vezes nas Igrejas pela porta da sacristia e saio, pela mesma porta, mal retiro os paramentos.
Que padres para este tempo?!
É uma pergunta que me coloco constantemente.
Se calhar este tempo apesar de exigir “padres do rally paroquial sacramental (missal!)” não precisa assim tanto deles… se calhar precisa de padres que sejam verdadeiros mestres de oração.

7 comentários:

Saramar disse...

Olá, Tó Carlos, que surpresa e que prazer encontrar o seu blog!
Agradeço-lhe pela gentileza e me confesso muito gratificada por ter a oportunidade de ler tanta coisa interessante e importante, escrita de forma leve e inteligente.
Quanto à sua indagação, creio que as pessoas, no mundo moderno, precisam mais de oração do que de qualquer outra coisa.
No meu caso (perdoe-me a auto-exposição), a oração é sempre uma reflexão sobre mim,meus atos e meu estar no mundo, como diria o poeta.
É também um agradecimento porque, nesta vida, nada tenho a pedir, só a agradecer.
Voltarei para ler mais e comentar.

beijos e bom final de semana.

Nova Evangelização disse...

Um post tão simples quanto verdadeiro.

António Maria

Anónimo disse...

Calos nos joelhos, o padre tem de ter calos nos joelhos...

CA disse...

Acho que acertaste na mouche.

elsa nyny disse...

Padre!!!

Mas, rezar não é só Orar, ou ficar ajoelhado em frente ao Sacrário...talvez uma conversa com alguém que não está bem...ou ajudar quem de nós precisa...eis aí uma Oração que concerteza faz muita vez!! E que Jesus tanto agradece!!!

Tudo de Bom!!!

Sorrisos!!
:))))

Em contra-corrente disse...

É uma verdade. E a carapuça não serve só aos padres...

Anónimo disse...

É! Os santos foram todos grandes adoradores. Mesmo os que se dedicaram a ajudar os pobres.