10/02/07

Uma SMS... para a Sagrada Família!


Durante as festividades natalícias e a quadra de ano novo muitas mensagens entupiram a caixa de arquivo dos telemóveis... Trocaram-se muitos milhões em todo o país.
Também eu recebi um número bem elevado! (muitas das quais não consegui reconhecer o remetente). Assumo, no entanto, que respondi a muito poucas mensagens! Parece-me muito superficial só nessa época do ano as pessoas se lembrarem dos amigos.
Aproveito hoje este espaço para agradecer e retribuir os votos que recebi via telemóvel. Prometo, ao longo de todo o ano, me ir lembrando de quem de mim se lembrou nessa época especial.
Certamente, o meu caro leitor, também recebeu imensas... umas mais bonitas, umas mais divertidas, umas mais ousadas, umas mais sérias...

Eu recebi esta que me deixou a pensar… Tão verdadeira!


"Ainda bem que quando o menino Jesus nasceu

não havia telemóveis,

ninguém teria ido adorar o Deus menino,

Maria e José teriam recebido sms's,

mensagens pré-feitas e todas iguais

totalmente vazias de amor..."

10 comentários:

Anónimo disse...

«...mensagens pré-feitas e todas iguais totalmente vazias de amor..."»

Tó Carlos, não seja deselegante!
Quem o faz alguma intenção tem.
Quem sou eu para avaliar da intenção de quem as envia?

Anónimo disse...

Se calhar essa mandou te sms's e tu nao respondes-te

Anónimo disse...

Eu falo apenas por mim, as que mando são sempre muito sentidas e com amor, mesmo que seja só nessa altura.
Há amizades que mesmo mesmo sem contacto regular ou contactos muito espaçados, perduram perduram e perduram... porque são misteriosamente profundíssimas.

anawîm disse...

É triste...mas é verdade...

Anónimo disse...

Anódino:

Responde por procuração?
Não tente colocar outros ao seu nível...
Não seja vulgar.

Anónimo disse...

O Povo achincalhou a Igreja católica.
A vitória do SIM veio resolver um grave problema de saúde pública e mostrar que Portugal já não é um protectorado do Vaticano.

É a derrota da Igreja Católica às mãos do povo português, a primeira humilhação do clero pelos eleitores, o desprezo pela Conferência Episcopal Portuguesa, o vilipêndio do Papa e o desdém pelas lágrimas de sangue com que a Senhora de Fátima sujou as caixas de correio dos portugueses.

Em primeiro lugar foi uma vitória das mulheres que se libertaram da clandestinidade e dos riscos que lhe estavam associados: perigo de vida, perseguições judiciais, devassa da vida íntima e humilhações cruéis.

Ganharam depois todos os que defendem uma maternidade consciente e desejada, sem estigmas nem medos.

Há agora condições legais para ajudar as mulheres e evitar o recurso à praga do aborto, para relançar uma política de apoio à maternidade, sem a impor, para que a gravidez ou a sua interrupção sejam medicamente assistidas e não policialmente vigiadas.

Esta é uma vitória civilizacional que colocará a lei portuguesa a par da dos países mais laicizados da Europa, dos EUA e do Canadá, deixando a companhia pouco estimável da Polónia, Malta e Irlanda.

Finalmente, o pecado deixou de fazer parte do Código Penal e os clérigos da polícia dos costumes. A vocação totalitária da Igreja romana pereceu nas urnas com padres-nossos, missas, terços e novenas desperdiçados na campanha terrorista do Não. Nem as hóstias deglutidas pelos beatos ajudaram.

A fraude de Deus foi posta à prova. Os cidadãos derrotaram o Deus misógino que odeia o sexo e a liberdade.

Julia.

Anónimo disse...

Deus perdoa-te minha filha. Deus perdoa sempre.

Pe. Tó Carlos disse...

Cara Julia.
Obrigado por me dar razão.

Anónimo disse...

«Deus perdoa-te minha filha. Deus perdoa sempre. »

Anónimo:

Perca a mania de falar em nome dos outros, fale no seu e já chega.

Se Deus tiver que enveredar pelo acto do perdão, penso que a estas horas ainda não se despachou do docier da auto-intitulada; "Santa-Igreja", onde, aí sim, vai ter muita, mas mesmo muita coisa para perdoar!

maria disse...

Fiz o meu comentário ao post do dia 14, e depois continuei por aqui, até que cheguei aos comentários deste dia. É pena que as pessoas usem o anônimato para dizer tudo que lhes vem à cabeça. É só para reforçar o comentário que fiz no dia 14.
Mafaoli