01/03/07

40 Dias... 40 Pensamentos! Quinta, 1 de Março

Um simples prego

"Uma nova igreja fora construída e as pessoas vinham de todos os lados simplesmente para admirá-la. Passavam horas admirando a beleza e toda a perfeição da obra!
Lá em cima, na madeira base do telhado, um pequeno prego assistia a tudo. E ouvia as pessoas elogiando todas as partes da encantadora estrutura, excepto o prego! Nem sequer sabiam que estava lá.
Ele ficou irritado e com muitos ciúmes e pensou:
- Se sou tão insignificante, ninguém sentirá a minha falta!
Então o prego desistiu da sua vida, deixou de fazer pressão e foi deslizando até cair ao chão.
Naquela noite choveu muito. E, onde faltava o prego, o telhado começou a ceder, separando as telhas. A água escorreu pelas paredes e pelos bonitos metais. O gesso começou a cair, o tapete ficou completamente manchado e a mobília arruinada pela água.
Tudo isto porque um pequeno prego desistira do seu trabalho."

Não te esqueças que, por mais "pequeno" que sejas ou te sintas, para Deus és muito importante... Para Deus todos somos imensamente importantes e fundamentais!
Deus ama, cada um de nós, como se fosse o único habitante de todo o Universo.

5 comentários:

Anónimo disse...

Caro Padre Tó Carlos:

Bonito, poético e espiritual o seu posted.

No meu entender Deus amanos tanto que acho que só " sabe contar até um...."

Um Grande Abraço

PS: Desculpe aí no Seminário há alguém de Casegas?

Maria João disse...

Todos somos importantes e todos podemos ajudar. Até a pessoa mais pobre, pode sorrir e fazer alguém feliz.

Anónimo disse...

Padre Tó Carlos,
Parabens pelas palavras que nos têm dado todos estes dias de Quaresma em primeiro lugar.
Não somos importantes por aquilo que temos, mas sim por aquilo que somos.O interessa é o que dentro de cada um de nós.
RG

Pe. Tó Carlos disse...

Ola cara amiga. Infelizmente este ano não temos alunos de Casegas!!!
Eu fui colega dos irmãos "Craveiros"...bons tempos e que saudades!

Anónimo disse...

El Tribunal Constitucional y la jerarquía católica.

01.03.07, A. García Ninet, en Levante (ES).

Si la religión no se impartiera como una forma de adoctrinamiento dogmático sino de un modo meramente descriptivo y analítico, no se habría producido esta situación tan lamentable, pues el adoctrinamiento religioso se caracteriza por fomentar la credulidad ciega o la autosugestión a favor de unos dogmas que, por definición, no hay nadie que los entienda. Por ello, este adoctrinamiento representa una vulneración del artículo 20.4 de nuestra Constitución por cuanto atenta contra los derechos de la juventud y de la infancia y porque en lugar de favorecer la formación de la persona como ser racional, fomenta la atrofia de su capacidad racional y anula el desarrollo de su personalidad individual.